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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Algo mudou.

Naquele dia embora não soubesse exatamente o quê, mas havia algo diferente em mim, pela primeira vez eu pude me despir de tudo, da roupa, da força e dos medos, naquele dia eu entendi que algo mudou, no calor e na timidez, mas ao mesmo tempo na euforia da aventura, eu senti que tudo o que aconteceu foi para que eu estivesse ali, naquele momento, você não se despiu só da roupa, despiu também toda sua fragilidade, criando conexões que ninguém além de nós vão entender. Hoje, entre um trago e outro a meia luz, respirando a poeira do teclado que há tanto não usava, resolvi escrever: o que mudou? Não sei, mas mudou! E isso afirmo com todas as letras! Já não vejo o mundo da mesma forma, já não te vejo da mesma forma, e tem essa brasa que insiste em queimar dentro de mim, essa brasa que arde e revolve por inteiro e me faz querer buscar algo no mundo que ainda não foi inventado, algo que só eu sei que existe, mas eu não onde está, só sei que está lá, em algum lugar.

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Feito.